O restropecto entre as duas seleções em Copa do Mundo é de muito equilibrio. Uma vitória para cada lado e um empate. Ao vencer o Chile por 3 a 0 a seleção brasileira e a torcida já pensam nas quartas-de-final da Copa do Mundo da África. Agora vamos enfrentar uma seleção de alta qualidade física e técnica que, além disso, já escreveu uma história de muito equilíbrio em confrontos com o Brasil.
Na memória das Copas o primeiro confronto entre as duas seleções foi nas semifinais de 1974. A “Laranja Mecânica”, como era chamada a seleção holandesa, não tomou conhecimento do então tri-campeão, Brasil, e aplicou 2 a 0, apesar de ficar vice-campeão perdendo para a Alemanha no final, por 2 a 1.
Em 1994, já com Dunga, demos o troco e vencemos por 3 a 2 na Copa dos EUA. Nas quartas-de-final, a seleção do Tetra – em um jogo inesquecível – fez 3 a 2 com gols Romário, Bebeto e Branco. Fomos às finais contra a Itália e trouxemos mais uma vez a Taça do Mundo.
Mas foi em 1998 que o clássico mundial entrou definitivamente para a história. No tempo normal 1 a 1. Prorrogação e nada de gols. E foi só na cobrança de pênaltis que eliminamos os holandeses, mesmo lamentavelmente perdendo aquela desastrosa final para a França, com Dunga em campo.
Os números mostram equilíbrio. Uma vitória para cada e um empate. O saldo de gols é desfavorável para a seleção brasileira, 5 contra e 4 a favor, sem contabilizar a decisão por penalidades. Dunga, em campo, ganhou as duas e foi inclusive quem fez o último de pênalti em 1998.
Dia 2 de junho será sem dúvida a “hora da verdade” das Copas entre Brasil e Holanda. Quem ganhar está entre os quatro finalistas.
Revisado e publicado por Wallace Elias.




